As perguntas que fazemos: uma experiência de busca do sentido da vida e da felicidade

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Por que aventurar-se e não seguir o caminho mais fácil?

Um homem rema numa prancha inflável, arriscando-se no vento forte e na maré, a ficar perdido a 200 quilômetros mar adentro ao invés de pegar um trem e se pergunta sobre o porquê.

Por que sacrificar-se dormindo fora de casa, em uma cabana, comendo comida congelada?

Por “um olhar ao sagrado” e para recordar que “sigo sendo livre”.

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