Família Sodálite nas Olimpíadas

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O Rio de Janeiro foi escolhido em 2009 para sediar os primeiros Jogos da América do Sul. Desde então, profissionais, atletas e ex-atletas de diversas nacionalidades trabalham no Comitê Rio 2016, empresa que organiza os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.

Neste contexto alguns membros de nossa família espiritual foram convidados a servir nas Olimpíadas e um deles a levar a tocha olímpica.

[message type=”info”]Algumas fotos deles [/message]

O primeiro deles é Rafael Costa, de 29 anos, psicólogo, especialista em Recursos Humanos e membro do MVC, Movimento de Vida Cristã, há 15 anos, que atua no Comitê Rio 2016 desde 2014.

Hoje, a 3 dias da Cerimônia de Abertura, Rafael Costa conta para nossa família espiritual como é trabalhar no maior evento esportivo do mundo:

Rafael com Daiane dos Santos no dia do lançamento do Programa de Voluntários Rio 2016
Rafael com Daiane dos Santos no dia do lançamento do Programa de Voluntários Rio 2016

“Lembro com muito carinho do dia em que recebi a carta proposta do Comitê Rio 2016. Estava de férias em Portugal. Não hesitei em aceitar o convite para ter a maior e mais completa experiência profissional da minha vida. Ao longo destes mais de 2 anos, fui responsável por gerenciar cerca de 1000 Voluntários a nível nacional, cuidando da Seleção, Treinamento, Comunicação e Engajamento do Time. Hoje atuo na área de Serviços do Evento, sou responsável pela força de trabalho e operação de atendimento aos espectadores dos Jogos. Estou muito realizado profissionalmente, acredito que a alegria do nosso Time será um diferencial na entrega dos Jogos. É um privilégio atuar com pessoas que tem prazer em servir, os Voluntários são incríveis.”

Outro membro de nossa família foi convidado a uma grande honra: conduzir a tocha olímpica amanhã, 3 de agosto. Eliano Souza Martins, de 34 anos, formado em Educação Física, participa do MVC há 15 anos e é responsável há mais de 3 anos do projeto Somar + esporte, uma das iniciativas da associação Somar, Solidariedade em Marcha.

Através das aulas de futebol, trabalha com as mais de 80 crianças atendidas, provenientes de comunidades da zona norte do Rio, principalmente três valores: a solidariedade, o respeito e a perseverança.

Promove também passeios culturais e atividades com as crianças para abrir os horizontes e busca acompanhar os seus familiares para fazer essa ponte entre os voluntários e a comunidade.

Eliano com crianças do projeto Somar + Esporte. Ele conduzirá amanhã, 3 de agosto, a tocha olímpica.
Eliano com crianças do projeto Somar + Esporte. Ele conduzirá amanhã, 3 de agosto, a tocha olímpica.

“A minha relação com o esporte sempre foi muito significativa desde as amizades que cultivei, o tema da superação, abertura de horizontes tudo isso na minha infância. Passado os anos formado em Educação Física hoje tenho o privilégio de dar aulas em minha comunidade e passar alguns valores que o esporte me ensinou em minha vida: o respeito, a solidariedade e a perseverança. Além da alegria de ter sido escolhido como um condutor da tocha essa chama me fala da luz de esperança que cada indivíduo deve ser em tempos onde a desesperança temos que mostrar que com o nosso grão de areia podemos contribuir em muito para a transformação do mundo”

Por último, temos o Padre Eliezer Gomes, de 34 anos, membro do Sodalício de Vida Cristã, que foi convidado a ajudar no trabalho pastoral no Centro Interreligioso da Vila Olímpica.  Ele estará apoiando na celebração de missas, confissões e acompanhamento espiritual a todos os atletas que queiram.

Padre Eliezer estará apoiando na celebração de missas, confissões e acompanhamento espiritual a todos os atletas que queiram.
Padre Eliezer estará apoiando na celebração de missas, confissões e acompanhamento espiritual a todos os atletas que queiram.

“As olimpíadas reúnem diversos fatores que fazem dela uma ocasião muito especial… Trata-se de um evento internacional de grande escala, momento onde diversos homens e mulheres dão o melhor de si depois de um longo tempo de preparação; vemos também que é possível um ambiente de alta competitividade e busca do lugar mais alto sem perder o espírito de fraternidade; nessa ocasião também podemos ver de perto o valor do esforço, a perseverança, o sacrifício e a renúncia em busca de um objetivo.

Esses e tantos outros fatores me fazem ver essa oportunidade de servir as delegações de atletas, desde o ponto de vista religioso, com grande alegria e entusiasmo. Espero, como o Cristo Redentor, acolher a todos(as) que possam precisar de algum tipo de ajuda espiritual ou simplesmente de um ombro amigo.”

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