“A Origem dos Guardiões” nos traz uma história parecida à nossa…

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Em novembro de 2012 estava nos cinemas o filme “A Origem dos Guardiões”, que conta a história em um mundo onde Papai Noel se chama “Norte” e o coelho da Páscoa tem dois boomerangs como armas. Em que a fada dos dentes tem sua própria empresa e existe um homenzinho de areia que da doces sonhos às crianças. Neste mundo que Jack Frost inicia sua nova vida como senhor do inverno; a lua o chamou para que seja assim e ele a obedeceu sem duvidar. Esse filme animado não muito falado na época é uma ótima atividade em família e ainda podemos tirar alguns temas que nos ajudam a entender o nosso chamado a santidade:

1. Encontro pessoal com Deus

Jack Frost é a pessoa que nos capta a atenção no início. Nos relatando sua experiência de primeiro encontro com a Lua, a qual (podemos considerar) representa a Deus no filme. Da escuridão, a Lua traz a luz para o nosso protagonista, até fazer as trevas desaparecerem. Quando nos aproximamos de Jesus, o primeiro que muda é o nosso entorno. Ao nos encontrarmos longe de Deus estamos rodeados de trevas, escuridão, mas perto, a luz nos abraça e persegue a escuridão até o medo desaparecer.

 

2. O chamado pessoal de cada um

Acaso nunca tenha escutado isso, e ninguém nunca te disse, aí vai para que você saiba: você é único e irrepetível. No filme se fala disso como “o centro” de cada um. “Quem é Jack Frost? Qual é o seu centro? (…) Se o homem da lua te escolheu para ser um Guardião, deve ter algo muito especial dentro de você“.

E o que se supõe que devo fazer uma vez que descobri meu centro? Norte é um exemplo disto, já que diz que o seu centro é a surpresa. “Essa surpresa é o que eu ponho no mundo! E o que protejo nas crianças. Isso que me faz um guardião. É o meu centro. Qual é o seu?” Jesus dá um outro nome ao “centro”. Ele o chama de “talento” Se ainda não está familiarizado com a parábola dos talentos, ou já esqueceu algo dela, sempre é sempre bom ler de novo, em Mt 25, 14-30.

 

3. As tentações

No nosso caminhar vão aparecer vários e diferentes tipos de tentações. Uma tentação implica entrar em diálogo com “o demoniozinho que temos nos nossos ombros”, começar a ver o que é esse mal que se disfarça de bem. O diabo nos conhece, sabe nossas fraquezas e fragilidades. Se entramos em diálogo com ele, pensando que podemos ganhar dele, é certo que cairemos na tentação que nos oferece.

Jack cai. De maneira literal. O “homem da bolsa” disfarça a realidade de Jack, assim como Satanás disfarça a nossa para nos convidar ao pecado. Mas uma vez que nós, livremente, cedemos à tentação, o disfarce desaparece e a realidade se mostra tal qual como é…

 

4. O que fazer quando caímos?

Cair não implica ficar no chão. Cair nada mais é do que outra oportunidade para nos levantarmos. Se ficamos no chão estamos dando a vitória para quem nos quer no chão!

Isso sim. Não somos nós os que nos levantamos por nossa conta. O mistério da Redenção é um exemplo claro disso. Adão e Eva pecaram, mas até que Cristo viesse e desse sua vida por toda a humanidade, não podíamos nos levantar da caída do pecado original. Jack caiu, mas a lua é quem o ajuda a ficar de pé.

 

5. Uma última mensagem

«Meu nome é Jack Frost. E eu sou um guardião. Como sei disso? A lua me disse. Assim que se a lua te falar algo, pode acreditar». Essas últimas palavras de Jack são bem claras. Ele sabe o caminho que tem que percorrer. Sabe que a lua é sua guia e companheira. Assim temos que entender nosso caminho. Jesus quer caminhar conosco. Deus está ao nosso lado sempre, e Ele fala, é só escutar.

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